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quinta-feira, 26 de abril de 2012

WTF??

Tem cada coisa neste mundo!! E quando nós pensamos que vimos tudo...

Eu hein, que estranho!
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By: BBC

Os habitantes de uma cidadezinha na Áustria(veja a localização) estão cansados de piadas, das trotes diários e dos roubos das placas locais de sinalização. O motivo é o peculiar nome do povoado: Fucking.
Ainda que em alemão a palavra não tenha qualquer significado, salvo a memória de um nobre que viveu no século 6 chamado Focko, em inglês o termo desperta risadas e brincadeiras por ser sinônimo vulgar de ato sexual.

Desde que os soldados americanos e britânicos descobriram a pequena vila ao Norte de Salzburgo na II Guerra Mundial, turistas não param de chegar para tirar fotos no local.
Alguns chegam a arrancar avisos com o nome do povoado como souvenir ou, à noite, tiram fotos debaixo dos letreiros enquanto mantêm relações sexuais.
Para os Fuckingers, como são chamados os residentes, não há graça. De fato, estão promovendo a instalação de câmeras para dissuadir os amantes noturnos e uma consulta popular para trocar o nome do povoado.
Há seis anos os cerca de 100 habitantes disseram não à mudança de nome argumentando que Fucking tem uma larga e intensa história de mil anos. Mas agora estão pensando seriamente em mudar de Fucking para Fugging.

Milenar e orgulhoso

Desde de 1070 há referência a Fucking. Primeiro o local foi conhecido como Funcingin, logo Fukching e finalmente Fugkhing. Em 1760 o povoado passou a ter o nome atual.

"Os turistas alemães querem ver a casa de Mozart em Salzburgo. Italianos e russos gostam de celebrar o Ano Novo por aqui. Os japoneses, por sua vez, buscam a vila onde Hitler nasceu, Braunau. Mas no caso de muitos americanos e britânicos, ele buscam Fucking. É uma obsessão", afirma Andreas Behmüller, guia local.

Com a fama que o povoado ganhou, em uma só noite roubaram quatro letreiros que dão as boas vindas aos turistas, o que fez as autoridades ordenarem a construção de avisos de ferros e concreto fixados no chão. De acordo com a polícia local, estes avisos "requerem uma noite inteira para serem arrancados".

Turismo versus tranquilidade

Apesar da indignação dos Fuckingers, em alguns povoados próximos afirmam que seria bom tirar proveito do nome.
Josef Winkler, habitante de Fucking, tentou, em uma ocasião, montar uma banca de camisetas com a frase: "I love Fucking".
O negócio começou a crescer até que os vizinhos passaram a insultar Winkler nas ruas.
Também houve uma tentativa de se comercializar uma cerveja, Fucking Hell, mas a marca foi proibida pela autoridade que cuida de patentes na União Europeia, a OHMI.
Franz Meindl, prefeito da cidadezinha, prefere a tranquilidade para Fucking.
"Só queremos que os turistas nos deixem sozinhos e em paz. Estamos orgulhosos de Fucking", disse Meindl.
O certo é que Fucking não é o único povoado como nome chamativo na área. Na fronteira entre Alemanha e Áustria fica Faulebutter (manteiga podre), Katzenhirn (Cérebro de gato), Plöd (Estúpido) e Warzen (Verrugas).

sábado, 27 de agosto de 2011

Ninhada de crocodilos mais raros do mundo é encontrada no Laos



 By: Último Segundo



Vinte ovos de um dos crocodilos mais raros do mundo foram encontrados no Laos. Os ovos dos crocodilos siameses foram encontrados em um lago no sul do país, flutuando em um amontoado de junco. A ninhada foi levada para um zoológico onde ficou protegida.
Há cerca de uma semana os crocodilos começaram a sair dos ovos e, depois de lavados e alimentados, estão crescendo no abrigo especialmente construído para eles.
Bountome Channalath, o tratador do zoológico, conta que, quando os crocodilos saíram dos ovos ele ficou muito animado. "Estou muito orgulhoso por participar do nascimento dos crocodilos", disse.
Nas últimas décadas, a caça e a diminuição de suas áreas de habitat fez com que os crocodilos siameses se transformassem em uma espécie muito ameaçada.
Especialistas acreditam que existam apenas 300 da espécie no mundo.

Como eles apresentam uma natureza passiva, estes crocodilos são presas fáceis de caçadores.
Os zoólogos dizem que estes crocodilos serão libertados quando forem capazes de se alimentar e defender sozinhos, talvez dentro de 18 meses.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Britânico 'ortoréxico' descreve obsessão por comida saudável e exercícios

Monkhouse diz ser obcecado com alimentação e exercícios

O britânico Sam Monkhouse sofre de um distúrbio alimentar que deixa pacientes obcecados em comer alimentos saudáveis e fazer muitos exercícios físicos.
Especialistas afirmam que a ortorexia pode levar a outros transtornos como a anorexia e bulimia.
Monkhouse de 21 anos, da cidade inglesa de Portsmouth, diz prestar muita atenção ao que ingere por “desejar ter um bom corpo”.
“Sigo uma dieta rica em proteínas, sem carboidratos”, diz ele.



Rotina
Monkhouse, que é funcionário de uma fábrica, conta que faz exercícios durante os intervalos que tem no trabalho.
“Eu treino duas vezes por dia, sete dias por semana. Na fábrica, durante meu horário de almoço, levanto pesos, faço abdominais e flexões”, diz ele.
“Quando vou para casa, corro por 45 minutos e faço mais exercícios de alto impacto. Ao todo, devo gastar mais de duas horas diariamente me exercitando.”
Apesar de considerar “horrível” o gosto de queijo cottage, ele diz que almoça o laticínio magro (feito com coalhada e com média de apenas 4% de gordura) diariamente.
“Em 90% do tempo, como apenas queijo cottage, iogurte natural, ovos e frango.”
“Se como um hambúrguer, coisa que acontece muito raramente, sinto que tenho que queimar o que comi imediatamente porque sei que se transformará em gordura que não quero no meu corpo”, completa.

Foto: Eliminando Peso

Vulnerabilidade

O Centro Nacional para Distúrbios Alimentares britânico (NCFED na sigla inglesa) recebe mais de seis mil ligações e e-mails por ano de pessoas que sofrem de ortorexia.
Seus especialistas se dizem preocupados que muitos jovens possam ser vítimas de dietas falsamente saudáveis recomendadas em revistas e internet.
“Nos meus 30 anos de experiência, calculo que uma em cada dez mulheres e um em cada 20 homens sofra de ortorexia”, diz a especialista do NCFED Deanne Jade.
“Não é apenas um desejo de comer de forma saudável, é algo que passa a dominar cada vez sua vida. Eu chamo a ortorexia a prima da anorexia. Pessoas com sinais de ortorexia podem desenvolver outras doenças e apresentar problemas de saúde graves no futuro”, diz ela.

By BBC

domingo, 12 de dezembro de 2010

A turnê mundial da pimenta

A turnê mundial da pimenta


By. BBC BRASIL

Porque arde, a pimenta criou em bela confusão. Culpa de Cristóvão Colombo.

Até o descobrimento das Américas, o nome em espanhol pimiento designava a pimenta-do-reino, fruto seco moído da trepadeira Piper nigrum.
E quando Colombo conheceu a fruta vermelha da planta Capsicum annum, que os indígenas na América Central cultivavam havia milhares de anos, resolveu dar-lhe, por ser ardida, justamente o mesmo nome genérico de pimiento.
Essa é a fruta que conhecemos hoje como pimenta, que tem dezenas de variedades ardidas (malagueta, comari, dedo-de-moça, murupi, scotch bonnet, etc), ou pimentão (que, aliás, é a única Capsicum que não produz capsaicina, o componente natural que dá a sensação de ardor no contato com as membranas mucosas).
E por isso temos hoje duas 'pimentas' distintas (a do reino e a Capsicum) entre os três ou quatro condimentos mais usados no mundo.
pima.jpg
Mas curioso mesmo é observar a trajetória pós-Colombo da pimenta Capsicum.
Das Américas (onde era cultivada do México ao norte da América do Sul) ela foi trazida para a Espanha, onde descobriram (nos monastérios, aparentemente) o seu potencial na culinária como excelente substituto para a pimenta-do-reino, então uma especiaria cara e importada.
Os navegadores espanhóis e portugueses levaram a Capsicum para a Ásia, por onde se espalhou e se transformou em um ingrediente popular e querido, do Paquistão às Filipinas.
As cozinhas tailandesa e indiana, por exemplo, seriam outra coisa não fosse essa pimenta – chamada em inglês de chilli pepper. O Sudeste Asiático e o sul da Ásia produzem e exportam hoje vários tipos de chilli peppers - lá no meu supermercado, por exemplo, a tailandesa é a mais comum.
Da Índia vem hoje a pimenta tida como a mais ardida do mundo. Aliás, o prato mais ardido que comi na minha vida foi justamente num restaurante indiano aqui em Londres. Fiz a besteira de pedir um prato descrito no cardápio como very hot, e veio um curry que, mesmo sendo macho pacas, eu não consegui encarar até o fim.
Da Ásia, via Oriente Médio, a pimenta se espalhou para a Turquia e a Hungria, que desenvolveram  variantes de pimenta em flocos ou em pó (mencionadas no post sobre o cilbir).
Na minha opinião, a pimenta turca em flocos, também conhecida como aleppo, de ardor moderado (há uma escala para isso, sabiam? a escala Scoville), vai conquistar o mundo. Ela já faz sucesso no Mediterrâneo e no Oriente Médio, e seu uso vem crescendo nos Estados Unidos. Ela é versátil, eu substituo pimenta-do-reino pela aleppo em vários pratos – até na pizza.    
Mas voltando à trajetória da pimenta, queria apontar para a teoria que diz que ela chegou à Índia trazida pelos navegadores portugueses – os mesmos que a trouxeram ao Brasil.  
Essa é boa, enfim, para contar numa roda, quando o assunto for pimenta: 500 anos antes da era da globalização, a pimenta ganhou o mundo, levada à Europa por Colombo e depois pelos portugueses à Índia.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Desastroso é melhor que muito ruim, não é???

Nível das escolas no Brasil passa ‘de desastroso a muito ruim‘, diz ‘Economist’


Brasil ficou em 53º lugar entre 65 países no último ranking do Pisa

Em edição publicada nesta quinta-feira, a revista britânica The Economist diz que dados recém-divulgados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) mostram que a educação brasileira teve “ganhos sólidos” na última década.

Ainda assim, a revista afirma que “o progresso recente meramente elevou o nível das escolas de desastroso para muito ruim”.
A Economist se referia à divulgação, na última terça-feira, do 4º Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), que mediu o nível da educação em 65 países. O Brasil ficou na 53º colocação, tendo obtido 412 pontos em leitura, 386 em matemática e 405 pontos em ciência.
O desempenho do país em cada uma das três áreas foi, em média, 20 pontos superior ao registrado no último teste, em 2006. O resultado fez com que a OCDE considerasse que o caso brasileiro revelava “lições encorajadoras”.
Em entrevista à Economist, a pesquisadora Barbara Bruns, do Banco Mundial, cita entre os motivos para a melhoria o sistema brasileiro de avaliação escolar, criado há 15 anos.
“De um ponto de partida em que não havia nenhuma informação sobre o aprendizado do estudante, as duas (últimas) presidências construíram um dos sistemas de medição de resultados educacionais mais impressionantes do mundo”, disse ela.
Apesar do avanço, a revista diz que dois terços dos jovens de 15 anos são incapazes de fazer qualquer coisa além de aritmética básica.
“Mesmo escolas privadas e pagas são medíocres. Seus pupilos vêm das casas mais ricas, mas eles se tornam jovens de 15 anos que não se saem melhor que um adolescente médio da OCDE”, afirma a publicação.
Segundo a Economist, uma das razões para a má qualidade do ensino é o desperdício de dinheiro. “Como os professores se aposentam com salários integrais após 25 anos para mulheres e 30 para homens, até a metade dos orçamentos da escola vai para as aposentadorias”, diz a revista.
A publicação afirma ainda que, exceto em poucos locais, professores podem faltar em 40 dos 200 dias escolares sem ter o salário descontado.
A Economist diz que o país estabeleceu a meta de alcançar a média da OCDE na próxima década, mas alerta que, “no ritmo atual, chegará só até a metade do caminho”.
A solução, aponta a revista, é propagar iniciativas como a da cidade do Rio (que combate a falta de professores dando pagando bônus às escolas que atingirem metas) e a do Estado de São Paulo (que criou plano de carreira a professores que vão bem em testes de conhecimento).
“Se o Brasil alcançar a nota, será porque conseguiu espalhar essas práticas inovadoras por todos os cantos”, conclui a revista.

By: BBC

domingo, 21 de novembro de 2010

Rara doença faz britânica de 61 anos ter pele de 40
















Foto: Reprodução/BBC

Por conta de um distúrbio responsável pela produção de colágeno em excesso, a britânica Susan Johnson, de 61 anos, tem a pele de uma mulher de 40. A rara doença chamada esclerodermia foi relevada pelo jornal "Daily Gazette".
O distúrbio provoca um endurecimento anormal da pele, com perda de flexibilidade e mobilidade. E embora deixe Johnson com pele firme no rosto, mãos, pescoço e pés, o distúrbio também causa fortes dores e o inchaço de suas articulações.
A mulher revelou ao "Daily Gazette" que não consegue carregar sacolas nem levantar da banheira já que não tem pele solta nos braços. Ela disse também que até mesmo descascar uma batata pode ser difícil, já que os seus dedos são dobrados.
Clima úmido ou frio

Segundo Johnson, suas dores se intensificam ainda mais quando o clima está úmido ou frio. Ela conta que descobriu a doença no último inverno, quando a temperatura caiu e seus dedos começaram a formigar, além de ficarem azulados e avermelhados.
De acordo com a BBC, inicialmente, os médicos acharam que a britânica sofria do fenômeno de Raynaud, distúrbio que impede que o sangue alcance os dedos das mãos e dos pés com a mudança de temperatura. Ela foi diagnosticada com esclerodermia após passar por exames em um hospital em Londres.

By. CORREIO

domingo, 30 de maio de 2010

Estudante da Holanda encontra fenômeno espacial inédito

     Ao realizar o seu projeto final de graduação, uma estudante universitária da Holanda descobriu um estranho objeto que pode ser um enorme buraco negro, se deslocando a uma velocidade de mais de 1 bilhão de quilômetros por hora e com uma massa mais de um bilhão de vezes maior do que a do sol.

Marianne Heida estava comparando milhares de fontes de raios X, escolhidas aleatoriamente, com a posição de galáxias, no Instituto de Pesquisa Espacial da Holanda (SRON) quando percebeu um ponto luminoso "no lugar errado" – nas margens de uma galáxia e não no centro.
Normalmente, cada galáxia contém um imenso buraco negro no seu centro, que às vezes brilha sob raios X, mas quando dois buracos negros se fundem, podem surgir também novos buracos negros em recuo, que são expulsos da galáxia em alta velocidade.



A imagem do supertelescópio Hubble mostra o buraco negro em recuo
      O objeto encontrado em uma galáxia distante da Terra meio bilhão de anos-luz é tão brilhante, quando observado sob raios X, que só pode ser comparado com outros buracos negros super brilhantes localizados no centro do sistema.
"Achamos aquele estranho tipo de fonte de raios X, mas para estes objetos, antes de mais nada precisamos precisamos de medidas precisas do satélite Chandra, da Nasa, para as localizarmos com mais detalhes", afirmou Heida.

Cientistas ainda têm pouco conhecimento sobre buracos negros em recuo e acreditam que isso pode ajudar a entender as características destes objetos antes de uma fusão entre dois deles.
Os estudos podem ajudar a descobrir se os super buracos negros no centro de galáxias são o resultado da fusão de vários buracos negros menores.
O trabalho de Marianne Heida no SRON foi publicado na revista especializada The Monthly Notices of the Royal Astronomical Society.






Extraído de:BBC

terça-feira, 25 de maio de 2010

Estudo indica que humanos tiveram filhos com neandertais

     O genoma do Homo neanderthalensis foi obtido a partir de mais de 3 bilhões de nucleotídeos (parte do DNA) de vários ossos da espécie achados na Croácia, Rússia e Espanha, além de amostras do Neandertal original encontrado na Alemanha.
     Segundo os cálculos dos cientistas, de 1% a 4% do DNA de muitos seres humanos da atualidade vieram do antepassado remoto. "Aqueles que vivem fora África carregam um pouco do DNA do Neandertal", explicou Pääbo.

     Foram comparados cinco sequenciamentos genéticos de homens modernos da Europa, Ásia e África e, para a surpresa dos pesquisadores, as semelhanças com o Homo neanderthalensis foram registradas entre os europeus, asiáticos e papuásios. Até então, acreditava-se que o tipo sapiens e neanderthalensis nunca haviam se misturado. Mas a descoberta recente indica o contrário e que, inclusive, indivíduos foram gerados a partir do cruzamento. É provável que a mistura tenha acontecido no Oriente Médio, entre 100 mil e 50 mil anos atrás.
 Um estudo mostrou que todos os humanos, exceto os de ancestralidade puramente africana, tem em seu DNA uma contribuição de 1% a 4% de elementos genéticos de neandertais, indicando que as duas espécies cruzaram entre si e geraram descendentes comuns. O estudo de quatro anos, liderado pelo instituto alemão Max Planck com colaboração de várias universidades de outros países e divulgado na publicação científica Science, desvendou o genoma, ou código genético, dos homens de Neandertal, espécie extinta há aproximadamente 29 mil anos.
     As conclusões surpreenderam especialistas, já que evidências anteriores sugeriam que os neandertais não haviam contribuído para nossa herança genética.
     O estudo também confirma que quase a totalidade dos humanos descende de um pequeno grupo de africanos que se espalhou pelo planeta, entre 50 e 60 mil anos atrás.
     Cruzamentos Traços da contribuição genética do neandertal foram encontrados em populações europeias, asiáticas e da Oceania.
     "Eles não foram totalmente extintos, vivem um pouco em nós", disse o professor Svante Paabo do Max Planck em Leipzig.
     O professor Chris Stringer, do Museu de História Natural de Londres, disse que "o que realmente nos surpreendeu foram as evidências de que ocorreu algum tipo de cruzamento entre neandertais e humanos modernos".

     Outros especialistas se disseram surpreendidos com a relativamente alta quantidade de material genético do neandertal (até 4%) em humanos modernos.
A pesquisa O genoma sequenciado usou DNA dos restos de três neandertais descobertos em uma caverna na Croácia.
     Um dos desafios do projeto foi extrair material genético aproveitável dos ossos, que possuíam dezenas de milhares de anos de idade.
     As amostras continham pequenas quantidades de DNA de neandertais, misturados com DNA de bactérias e colônias de fungos que instalaram-se nelas ao longo dos anos.
     O DNA de neandertais havia se quebrado em pequenos pedaços e modificado-se quimicamente, mas estas mudanças eram de natureza regular, o que permitiu aos pesquisadores corrigir as imperfeições por meio de programas de computador.
     Teorias A explicação mais plausível para a aproximação genética entre não africanos e neandertais é a de que houve um contato reprodutivo reduzido (ou fluxo de genes) entre as duas espécies. Este cruzamento pode ter ocorrido quando os humanos deixavam o continente africano, talvez no norte da África ou na península arábica.
     Segundo a teoria que diz que o mundo foi povoado a partir da África, o homo sapiens substituiu gradativamente as populações indígenas de outras regiões, como os neandertais. Pesquisas anteriores indicavam a Europa como o local mais provável para as duas espécies terem se encontrado e possivelmente trocado genes.

     Homo sapiens e neandertais conviveram no continente por mais de 10 mil anos.

A história do Neandertal

     O Homo neanderthalensis viveu na Europa e no Oeste da Ásia, na Sibéria, Sul do Oriente Médio e desapareceu há 30 mil anos.
     Segundo os registros fósseis, o Neandertal era mais musculoso, tinha membros mais curtos, a cabeça maior e o cérebro mais volumoso. Ele fazia uso de ferramentas sofisticadas, controlava o fogo, vivia num espaço organizado, caçava e, ocasionalmente, fazia uso de ornamentos e objetos simbólicos.
     Os primeiros fósseis foram encontrados em 1829, na Bélgica, e 1848, em Gilbratar. Só foram reconhecidos como espécie pré-humana em 1856, com a descoberta do "Neandertal 1", um exemplar de 40 mil anos encontrado no Vale de Neander, na Alemanha.

sábado, 1 de maio de 2010

Árvore cresce em pulmão de homem


Acredite se quiser...
Árvore cresce dentro de pulmão de paciente
  Cirurgiões na Rússia acreditavam que iriam retirar um tumor do pulmão de um paciente de 28 anos. No entanto, eles encontraram uma planta - de cerca de 5 centímetros - crescendo no interior do órgão do paciente. 
      
     O incidente ocorreu na região dos Urais, segundo o diário "Komsomolskaya Pravda". Artyom Sidorkin reclamava de dor no peito e relatava aos médicos que tossia sangue. 
      
     "Quando me disseram que haviam encontrado uma árvore no meu pulmão, pisquei e acreditei que estava delirando", conta Sidorkin. 
      
Ao fazer uma biópsia, os médicos se surpreenderam ao descobrir que não era um tumor, e sim um pequeno galho.

Segundo a notícia, a planta tinha raízes emaranhadas com vasos sanguíneos, o que indicava que havia crescido no interior do corpo do jovem. Os médicos ficaram estupefatos ao ponto de retirar amostras do tecido do pulmão do rapaz para exames futuros.
Os médicos acreditam que Sidorkin tenha inalado uma semente de um abeto - uma árvore conífera comum na América do Norte, que depois começou a brotar em seu pulmão. Esta encontrando condições de umidade, germinou.


 

Olga Baranova, bióloga da Udmurt State University, diz que é impossível um planta crescer de uma semente dentro do pulmão humano, por que para crescer as plantas precisam de luz, água e uma temperatura certa.