quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

ENEM ... Pegadinha do mec

MEC diz que não ha como disponibilizar correções
Do G1, em São Paulo

Somos palhaços, ou você ainda tem dúvidas?
O Ministério da Educação informou que vai protocolar nesta quarta-feira (18) um recurso no Tribunal Regional Federal da 5ª Região, em Pernambuco, contra a decisão que determinou acesso de todos os estudantes do Brasil ao espelho de correção de suas redações do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) feito em outubro de 2011.
saiba mais
De acordo com o ministério, a justificativa a ser apresentada no Recife incluirá o Termo de Ajuste de Conduta (TAC) firmado entre o MEC e o Ministério Público Federal em agosto do ano passado, no qual o governo se compromete a dar vistas à redação apenas a partir da edição de 2012 do Enem. O MEC afirmou que, atualmente, não há uma ferramenta digital devidamente testada que comporte a consulta pretendida.

Ainda segundo o ministério, os detalhes do funcionamento do sistema em elaboração para o Enem 2012, que permitirá a consulta, são sigilosos por motivos de segurança.

Além de ordenar a apresentação de cópias das provas de redação, e respectivos espelhos de correção, a decisão de primeira instância da Justiça Federal, divulgada na tarde da terça-feira (17), concedeu aos candidatos o direito de pedir revisão administrativa das respectivas provas, para permitir a utilização das novas pontuações eventualmente obtidas no resultado da edição atual do Sistema de Seleção Unificada (Sisu).
A primeira chamada do sistema foi divulgada na sexta-feira (13). A segunda está programada para sair no dia 26.

Entenda o caso

Na terça-feira (10), o Ministério Público Federal enviou requerimento à Justiça Federal no Ceará pedindo que fosse estendido a candidatos de todo o Brasilo o direito de ter acesso à prova de redação do Enem e de pedir a revisão da nota obtida. A medida foi tomada a partir de decisão judicial que determinou o acesso à redação por 12 candidatos do Ceará, que entraram com ações individuais.

Na decisão, a Justiça Federal no Ceará determinou que os alunos tenham acesso às redações corrigidas do Enem. Os alunos haviam acionado a Justiça com ações individuais, alegando insatisfação com o resultado obtido e que acreditam terem tirado nota maior do que a apresentada no resultado.

Na terça-feira (17), o juiz federal da 1ª Vara no Ceará, Luiz Praxedes, defendeu que a Constituição Federal assegura o acesso a informações, "ao contraditório e à ampla defesa". O magistrado também justifica decisão devido ao prazo para inscrição no Sisu, sistema que seleciona alunos com melhor desempenho na prova do Enem, para que ingressem à universidade.


Que bruxaria é essa???? Mais palhaçadas do INEP!





Uma candidata que fez o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2011 e entregou a prova em branco tirou notas maiores que as mínimas registradas no teste. Além disso, ao questionar o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) sobre o motivo, recebeu um documento com uma série de erros de português.

Mônica Nunes é professora de física em um cursinho de Campinas (SP) e foi fazer a prova para poder levar o caderno de questões. A docente afirma que chegou a resolver a prova da disciplina que leciona, mas não passou a resposta para o gabarito –nem da prova de física, nem de nenhuma outra. Ela somente assinou a folha de respostas e preencheu a frase de verificação. “Eu deitei e dormi. Dormi o tempo inteiro”, diz.



VEJA AS NOTAS
Prova Nota mínima Nota da candidata
Linguagens e códigos 301,2 304,2
Matemática 321,6 321,6
Ciências humanas 252,6 252,9
Ciências da natureza 265,0 269,0
Redação 0 0

Mônica diz que foi checar o resultado por curiosidade e se assustou quando viu que só tinha uma nota zero –a da redação. “Imaginei que fosse encontrar um monte de zero. Um professor de matemática, que é meu namorado, preencheu matemática direitinho. Ele tinha chutado todo o resto da prova. Mesmo com os chutes, havia tido uma nota razoável”, conta.

Por causa da TRI (Teoria de Resposta ao Item), não é possível tirar nota zero nas provas objetivas, só na redação. As menores notas possíveis são exatamente as mínimas, divulgadas pelo MEC (Ministério da Educação) no final de dezembro. Ao saber disso, Mônica decidiu questionar o Inep o motivo de não ter ficado com o mínimo em três provas.
Erros de português

Ela entrou em contato com o “Fale com o Inep” no dia 2 de janeiro. A resposta continha problemas de concordância e de acentuação:

“Foi divulgado uma nota técnica no portal do inep explicando o TRI, assim como tambem foram divulgadas as notas máximas e minimas para cada matéria, sendo que ninguém ficará abaixo do minimo disponibilizado como também não ficará acima da máxima disponibilizada. Atenciosamente, MEC/INEP.”

Reprodução da resposta enviada a Mônica pelo Inep

Mônica, então, enviou outro comunicado ao Inep, refazendo o questionamento. Na resposta, o órgão explica simplesmente como funciona a TRI, sem dizer o motivo de a candidata ter conseguido notas maiores que a mínima.
Outro lado

O Inep, em nota, afirmou que “as notas mínimas divulgadas referem-se a uma prova especial. Como o candidato estava inscrito para provas regulares, as notas apresentadas mostram uma pequena variação a maior”. Ou seja: de acordo com o órgão, a prova “especial” (como, por exemplo, a aplicada a estudantes deficientes visuais) é mais difícil -apesar de ser exatamente o mesmo exame- o que reduziria as notas.

Apesar disso, em uma nota técnica em que explica como é feita a correção das provas objetivas, o órgão diz claramente que quem, por exemplo, erra todas as questões, recebe a nota mínima. "Assim, uma pessoa que erra todas as questões recebe o valor mínimo do teste, e não uma nota zero, pois não pode-se (sic) afirmar a partir do teste que ela possui zero conhecimento", diz o documento. O texto está disponível no site do instituto.

Em relação aos erros de português, o Inep disse que não se pronunciaria.

Uol Notícias

DÁ PRA VER QUE MUDOU!!! ESTAMOS EM 22º!!!!

A cidade de Salvador ocupa a 22ª posição no ranking das 50 cidades mais
violentas do mundo. A conclusão é de um estudo feito pela organização não
governamental (ONG) mexicana Conselho Cidadão para a Segurança Pública e
Itabuna pode Mudar
 
Justiça Penal divulgado nesta sexta-feira (13).

Especialistas da entidade listaram as 50 cidades mais violentas em todo mundo,
e pelo menos 14 cidades brasileiras fazem parte do ranking.

 O topo da lista é ocupado pela cidade de San Pedro Sula, em Honduras, com
uma taxa de 158.87 homicídios para um grupo de 100 mil habitantes. Em
segundo lugar, está Juárez, no México, com uma taxa de 147.77.
No Brasil, Maceió, capital alagoana, aparece como a mais violenta ocupando
o terceiro lugar no ranking – com uma taxa de 135.26 homicídios para cada
100 mil habitantes. Depois da capital alagoana estão Belém (PA) – em 10o
lugar no ranking, com uma taxa de 78.08 homicídios para cada 100 mil
habitantes; Vitória (ES), em 17o lugar, com taxa de 67.82; Salvador (BA),
em 22o na lista, com 56.98 e Manaus (AM), em 26o, com 51.21.
Também são definidas como violentas as cidades de São Luís (MA), em 27o
lugar no estudo, com taxa de 50.85 mortes violentas para cada 100 mil
habitantes, João Pessoa (PB), em 29o, com 48.64; Cuiabá (MT), em 31o na
lista, com taxa de 48.32; Recife (PE), em 32o lugar, com taxa de 48.23,
Macapá (AP), em 36o, com 45.08; Fortaleza (CE), em 37o, com 42.90;
UOL
Curitiba (PR), em 39o na lista, com 38.09; Goiânia (GO), 40o, com 37.17 e Belo
Horizonte (MG), em 45o no ranking das cidades mais violentas, com taxa de
34.40 homicídios para cada 100 mil habitantes.
Das 50 cidades apontadas como as mais violentas do mundo, além das 14
brasileiras, 12 estão no México e cinco na Colômbia.
O estudo também informa que das 50 cidades, 40 estão na América Latina.
Além disso, a organização alerta para o fato de que no México, as
autoridades estão falsificando dados e escondendo o verdadeiro número de
homicídios. A ONG diz que elas “não inspiram confiança em seus dados
oficiais”, pois “há evidências de falsificação” para fazer com que a
violência pareça menor do que ela realmente é.

Otavio Veloso
Como exemplo, o estudo cita o caso da cidade mexicana de Juárez, que,
segundo as autoridades, registrou 1.974 homicídios em 2011. Porém, o
relatório da organização indica que o governo oculta pelo menos 150
homicídios. A entidade informa ainda que nesta cidade houve uma redução da
violência, mas os números ainda são elevados. As informações são da Agência Brasil
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By: Intracefet

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Oh my God!

Se você tem dúvida que nesse ano teve muito mais gente virando cristã/católica de carteirinha é melhor conferir as imagens abaixo!!!
Isso foi um verdadeiro milagre divino!!!
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Vaticano lança calendário com jovens padres (foi em 2008, mas ainda assim continua exercendo poderes sobre as fiéis!)kkkkkkkk





Jovens padres posam de batina para o calendário do Vaticano
O Vaticano surpreendeu e lançou um calendário com 12 jovens padres. Mas, para quem pensa que se trata de uma novidade, este tipo de fotos já têm uma certa tradição - as primeiras foram publicadas em 2003.

Mas a Igreja avisa que o objetivo é levar informações sobre a Santa Sé para a população e não instigar desejos pecaminosos. As opiniões ainda são as mais diversas; alguns condenam a atitude do Vaticano, enquanto outros acham que as fotos realmente não são pecado. E você, o que acha?! (por mim tá ótimo)

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Governo vai cortar o sal do pão francês

Agora o salzinho do pão está ameaçado! Mas podemos comer macarronada, pizza e bigmac!!!! Semana que vem vão cortar o açúcar da rapadura!!!
Brincadeiras a parte, o sal é o grande vilão da saúde dos brasileiros... mas que é bom, ah, isso é!

By: G1


Agência lançou guia para preparo de alimentos.

Objetivo é melhorar o teor nutricional nos gêneros alimentícios brasileiros. 


Pão francês terá teor de sódio reduzido até 2014.
(Foto: Edemir Rodrigues/Subsecom)

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou um documento que deverá servir de modelo para o preparo de alimentos, com o objetivo de controlar os nutrientes usados na alimentação brasileira e combater doenças crônicas como pressão alta e problemas cardiovasculares. Entre as principais indicações, está a redução do teor de sal no pão francês.

Com o nome de Guia de Boas Práticas Nutricionais, o texto está disponível no site da agência. A Anvisa cita dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) para elencar os benefícios da redução do sal na dieta brasileira. A adoção ao guia é voluntária.

Segundo o órgão ligado às Nações Unidas, a queda no consumo de sal para 5 gramas por dia reduziria em até 10% a pressão arterial dos brasileiros e óbitos por infarto e em 15% os casos de mortes por derrames.



Para a Anvisa, essa meta faria a expectativa de vida dos hipertensos aumentar em quatro anos no país, com 1,5 milhão de pessoas sendo dispensadas da necessidade de remédios para controlar a doença.

Sódio e pão francês
Segundo a Anvisa, o pão francês é uma das principais rotas para a entrada do sódio na população brasileira. Encontrado no sal de cozinha comum, o elemento químico pode elevar a incidência de doenças crônicas comuns e não transmissíveis como as cardíacas e as renais.

O sal em excesso é misturado com a farinha de trigo usada na produção do pãozinho. Atualmente, cada unidade contém 50 gramas, sendo 320 miligramas de sódio. O objetivo da Anvisa é reduzir esse teor em até 10% em 2014, derrubando para 289 miligramas o volume do elemento químico no alimento.

No Brasil, o sódio é ingerido acima da recomendação da OMS. Jovens entre 10 e 13 anos consomem o elemento químico além do máximo tolerável. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a média do consumo diária de pão é de 53 gramas (pouco mais que um pãozinho).

O Ministério da Saúde assinou em dezembro de 2011 um termo de compromisso para redução do teor de sódio no pão francês de 2% para 1,8% até 2014. O acordo foi feito junto a órgãos ligados à produção do alimento como as associações brasileiras das indústrias de Alimentação (Abia), de Massas Alimentícias (Abima) e de Panificação e Confeitaria(Abip), além da Associação Brasileira da Indústria de Trigo (Abitrigo).