sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Ratos em New York

Metrô de Nova York declara guerra contra os ratos


Os ratos estão espalhados por todos os cantos da cidade americana. No metrô, vários ratos passeiam pelos trilhos. Funcionários do metrô resolveram chamar a atenção das autoridades e lançaram um concurso na internet com as melhores fotos dos ratos.Veja o vídeo!

Hilário!!!!

Ou reza por bem ou reza por mal...

Ás vesperas do Dia Nacional contra a Intolerância Religiosa surge uma decisão polêmica que será aplicada a partir de 2012... Onde iremos parar?? Obrigar a rezar já é o fim da picada!!!! Com tantas outras necessidades mais gritantes alguém achou viável criar essa lei desinteressante e rídicula. Estudei todo o ensino infantil, fundamental e médio em uma escola católica. Lá ninguém era obrigado a rezar ou participar das celebrações. Cada pessoa tem o direito de escolher a sua crença. Impor a religião às crianças não fará delas seres humanos melhores apenas revoltados precoces ou  fanáticos religiosos.
E não venham me dizer que não será obrigatório... se não é para obrigar, para que se criou a lei???? É mais uma lei de enfeite, que nem todas as outras que temos ornamentando o nosso vasto leque de leis desnecessárias e absurdas????

Só se vê na Bahia (pelo menos eu nunca ví em outro lugar)!
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Alunos serão obrigados a rezar 'Pai Nosso' nas escolas de Ilhéus (BA)

Lei entrou em vigor dezembro de 2011, mas aulas só começam em fevereiro.
Secretaria e Prefeitura têm que decidir como aplicar lei na rede de ensino.

Do G1 BA

Os alunos da rede municipal de ensino da cidade de Ilhéus, no sul da Bahia, vão se deparar com mudança de rotina no retorno ao ano letivo de 2012, marcado para o dia 13 de fevereiro. Uma lei, de número 3.589, publicada no dia 12 de dezembro de 2011, diz que é 'obrigatório as escolas do município de Ilhéus orar o Pai Nosso antes das aulas", conforme o artigo 1° do decreto. Ilhéus tem cerca de 29 mil crianças e adolescentes matriculados nas escolas municipais, segundo a Prefeitura.
Apesar do tom impositivo da redação, a assessoria da Prefeitura diz que a obrigatoriedade é inconstitucional e que não haverá nenhum tipo de sanção ao não cumprimento por parte do alunado, professores ou unidade de ensino. O prefeito, Newton Lima (PT-BA), não foi encontrado pelo G1 para comentar a decisão. A assessoria do gestor informa que ele está em uma localidade que não possui sinal de celular. O autor da lei é o vereador Alzimário Belmonte (PP-BA).

Debate

Na próxima semana, a secretária de Educação da cidade, Lidiany Campos, diz que tem audiência marcada com o prefeito e com professores municipais para o debate de como a lei deve ser aplicada. “Apesar de o estado ser laico, é importante a crença, acreditamos nisso, principalmente nas escolas, em que o índice de violência é grande, há inversão de valores, quem sabe a religião ameniza”, afirma a secretária, que é professora da rede municipal há 26 anos.
Ela acredita que a lei será flexível, em coerência com os princípios democráticos. “Não será obrigatório rezar o Pai Nosso. Teremos a mesma postura com a do Hino Nacional [há uma lei municipal para que o Hino seja tocado diariamente]. Tem alunos que cantam, tem postura adequada, tem professor também que não quer cantar. Tem escola que cede e escola que não cede. Nem por isso são punidos”, revela.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

ENEM ... Pegadinha do mec

MEC diz que não ha como disponibilizar correções
Do G1, em São Paulo

Somos palhaços, ou você ainda tem dúvidas?
O Ministério da Educação informou que vai protocolar nesta quarta-feira (18) um recurso no Tribunal Regional Federal da 5ª Região, em Pernambuco, contra a decisão que determinou acesso de todos os estudantes do Brasil ao espelho de correção de suas redações do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) feito em outubro de 2011.
saiba mais
De acordo com o ministério, a justificativa a ser apresentada no Recife incluirá o Termo de Ajuste de Conduta (TAC) firmado entre o MEC e o Ministério Público Federal em agosto do ano passado, no qual o governo se compromete a dar vistas à redação apenas a partir da edição de 2012 do Enem. O MEC afirmou que, atualmente, não há uma ferramenta digital devidamente testada que comporte a consulta pretendida.

Ainda segundo o ministério, os detalhes do funcionamento do sistema em elaboração para o Enem 2012, que permitirá a consulta, são sigilosos por motivos de segurança.

Além de ordenar a apresentação de cópias das provas de redação, e respectivos espelhos de correção, a decisão de primeira instância da Justiça Federal, divulgada na tarde da terça-feira (17), concedeu aos candidatos o direito de pedir revisão administrativa das respectivas provas, para permitir a utilização das novas pontuações eventualmente obtidas no resultado da edição atual do Sistema de Seleção Unificada (Sisu).
A primeira chamada do sistema foi divulgada na sexta-feira (13). A segunda está programada para sair no dia 26.

Entenda o caso

Na terça-feira (10), o Ministério Público Federal enviou requerimento à Justiça Federal no Ceará pedindo que fosse estendido a candidatos de todo o Brasilo o direito de ter acesso à prova de redação do Enem e de pedir a revisão da nota obtida. A medida foi tomada a partir de decisão judicial que determinou o acesso à redação por 12 candidatos do Ceará, que entraram com ações individuais.

Na decisão, a Justiça Federal no Ceará determinou que os alunos tenham acesso às redações corrigidas do Enem. Os alunos haviam acionado a Justiça com ações individuais, alegando insatisfação com o resultado obtido e que acreditam terem tirado nota maior do que a apresentada no resultado.

Na terça-feira (17), o juiz federal da 1ª Vara no Ceará, Luiz Praxedes, defendeu que a Constituição Federal assegura o acesso a informações, "ao contraditório e à ampla defesa". O magistrado também justifica decisão devido ao prazo para inscrição no Sisu, sistema que seleciona alunos com melhor desempenho na prova do Enem, para que ingressem à universidade.


Que bruxaria é essa???? Mais palhaçadas do INEP!





Uma candidata que fez o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2011 e entregou a prova em branco tirou notas maiores que as mínimas registradas no teste. Além disso, ao questionar o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) sobre o motivo, recebeu um documento com uma série de erros de português.

Mônica Nunes é professora de física em um cursinho de Campinas (SP) e foi fazer a prova para poder levar o caderno de questões. A docente afirma que chegou a resolver a prova da disciplina que leciona, mas não passou a resposta para o gabarito –nem da prova de física, nem de nenhuma outra. Ela somente assinou a folha de respostas e preencheu a frase de verificação. “Eu deitei e dormi. Dormi o tempo inteiro”, diz.



VEJA AS NOTAS
Prova Nota mínima Nota da candidata
Linguagens e códigos 301,2 304,2
Matemática 321,6 321,6
Ciências humanas 252,6 252,9
Ciências da natureza 265,0 269,0
Redação 0 0

Mônica diz que foi checar o resultado por curiosidade e se assustou quando viu que só tinha uma nota zero –a da redação. “Imaginei que fosse encontrar um monte de zero. Um professor de matemática, que é meu namorado, preencheu matemática direitinho. Ele tinha chutado todo o resto da prova. Mesmo com os chutes, havia tido uma nota razoável”, conta.

Por causa da TRI (Teoria de Resposta ao Item), não é possível tirar nota zero nas provas objetivas, só na redação. As menores notas possíveis são exatamente as mínimas, divulgadas pelo MEC (Ministério da Educação) no final de dezembro. Ao saber disso, Mônica decidiu questionar o Inep o motivo de não ter ficado com o mínimo em três provas.
Erros de português

Ela entrou em contato com o “Fale com o Inep” no dia 2 de janeiro. A resposta continha problemas de concordância e de acentuação:

“Foi divulgado uma nota técnica no portal do inep explicando o TRI, assim como tambem foram divulgadas as notas máximas e minimas para cada matéria, sendo que ninguém ficará abaixo do minimo disponibilizado como também não ficará acima da máxima disponibilizada. Atenciosamente, MEC/INEP.”

Reprodução da resposta enviada a Mônica pelo Inep

Mônica, então, enviou outro comunicado ao Inep, refazendo o questionamento. Na resposta, o órgão explica simplesmente como funciona a TRI, sem dizer o motivo de a candidata ter conseguido notas maiores que a mínima.
Outro lado

O Inep, em nota, afirmou que “as notas mínimas divulgadas referem-se a uma prova especial. Como o candidato estava inscrito para provas regulares, as notas apresentadas mostram uma pequena variação a maior”. Ou seja: de acordo com o órgão, a prova “especial” (como, por exemplo, a aplicada a estudantes deficientes visuais) é mais difícil -apesar de ser exatamente o mesmo exame- o que reduziria as notas.

Apesar disso, em uma nota técnica em que explica como é feita a correção das provas objetivas, o órgão diz claramente que quem, por exemplo, erra todas as questões, recebe a nota mínima. "Assim, uma pessoa que erra todas as questões recebe o valor mínimo do teste, e não uma nota zero, pois não pode-se (sic) afirmar a partir do teste que ela possui zero conhecimento", diz o documento. O texto está disponível no site do instituto.

Em relação aos erros de português, o Inep disse que não se pronunciaria.

Uol Notícias