quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Funcionários terceirizados da grife espanhola estariam trabalhando em condições degradantes em São Paulo


Vi a reportagem na Band e fiquei boba!!!

  By: IG Último segundo

 A Zara, renomada grife de origem espanhola, está no topo dos assuntos mais comentados do Twitter em virtude da divulgação do resultado das investigações da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de São Paulo (SRTE/SP), que encontraram trabalhadores em condições análogas à escravidão em São Paulo. O assunto está no topo dos Trending Topics brasileiros da rede social entre os não-patrocinados e chegou a figurar também entre os mais comentados do mundo. 

Veja o vídeo 

A operação foi acompanhada pela agência "Repórter Brasil" e foi exibida também no programa A Liga, da TV Bandeirantes, na noite desta terça-feira. Entre as denúncias apuradas na investigação estavam contratações ilegais, trabalho infantil, condições degradantes, jornadas de até 16 horas diárias e cerceamento de liberdade (seja pela cobrança e desconto irregular de dívidas dos salários, conhecido como "truck system", seja pela proibição de deixar o local de trabalho sem prévia autorização), segundo a Repórter Brasil.

Em uma das oficinas vistoriadas, foram encontradas seis pessoas, entre elas uma adolescente de 14 anos, em condições descritas como de trabalho escravo. No momento da fiscalização, informa a agência, os empregados finalizavam blusas da Coleção Primavera-Verão da Zara. Para cada peça feita, o dono da oficina recebia R$ 7. Os costureiros declararam que recebiam, em média, R$ 2 por peça costurada. Em 27 de junho, dia seguinte ao da ação, a reportagem foi até uma loja da Zara em São Paulo e encontrou uma blusa semelhante, fabricada originalmente na Espanha, sendo vendida por R$ 139.
A intermediária na contratação das duas oficinas em que houve libertações é a AHA Indústria e Comércio de Roupas. A Inditex, dona da Zara e de outras marcas de roupa, informou à agência que o caso envolvendo a AHA e as oficinas subcontratadas como "terceirização não-autorizada" que "violou seriamente" seu código de conduta para fabricantes.



                      Ações da Zara sobem


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