terça-feira, 1 de novembro de 2011

Virou palhaçada!


>>>> O que antes era um meio alternativo para entrar em uma universidade, hoje é motivo de chacota nacional. O ENEM, exame nacional do ensino médio, mais uma vez causou polêmica e atrapalhará a vida de muitos estudantes. 
Por mais que digam que o ENEM é um exame sério e que todos os contratempos que ocorreram, desde que este passou a ser utilizado por grandes universidades, são bobagens, sempre parece que há algo mais por trás de tudo isso.
A prova do Enem sempre foi e sempre será ridícula! Eu sei, eu fiz o Enem,. E, mesmo assim, acho que ele não prova nada!!!
Quando eu fiz, não havia nem sequer língua estrangeira! Posso falar... fiz 70% da prova e 90% da redação (porque não estudei!!!) Minha irmã também não estudou nada, não teve tempo! Entrou num cursinho há uma semana e se deu muito bem! 
Ninguém precisa de pesca para acertar as questões do ENEM. E NEM é necessário ter um professor que saiba as questões! O que algumas pessoas não entendem é que existem pessoas especializadas em concursos... e, por mais diverso que seja, as questões para provas são e sempre serão as mesmas!!!
Quem nunca teve um professor que disse:
 "- Prestem atenção, essa questão com certeza vai cair?"
Provas são óbvias!! Não é preciso ter uma bola de cristal!!! Vamos evoluir!!! Parar de menosprezar a inteligência da população!!! Não é por causa de um professor  que vão anular algumas questões da prova... deve haver algo muito maior por trás disso tudo!
Se você discorda, paciência... Conheço muita gente que  pensa exatamente o mesmo que eu! Então para quê tanto barulho por nada? Toda essa farsa da educação nacional só tende a piorar... e o ENEM nunca terá o respeito que o governo espera!


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By: Uol

Anulação de itens do Enem atinge 99,9% dos candidatos desnecessariamente, diz Haddad
Da Redação - Em São Paulo
O ministro Fernando Haddad afirmou nesta segunda-feira que a decisão da Justiça Federal no Ceará, que anulou 13 questões do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2011, atinge “99,9% de pessoas que não têm nada a ver com o que aconteceu”. Ele, que participa do programa “Roda Viva”, da TV Cultura, afirmou que a sentença é “mais ponderada” que as dos anos anteriores.
“É uma decisão de primeira instância, mais ponderada do que tivemos em momentos anteriores [no Enem 2009]. Cabe ao Inep recurso para demonstrar que essa solução afeta desnecessariamente 99,9% de pessoas que não têm nada a ver com o que aconteceu e que poderão discordar”, afirmou.

Anulação
A Justiça Federal no Ceará decidiu na noite desta segunda-feira (31) anular 13 questões do Enem. Segundo o juiz Luís Praxedes Vieira da Silva, o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) deve desconsiderar esses itens na hora da correção.
Ficam anuladas as seguintes questões no caderno amarelo e suas correspondentes nos outros cadernos: 32333446505774 e 87, do primeiro dia; 113141154173 e 180, do segundo dia.
Pelo Twitter, o MEC (Ministério da Educação) e o Inep afirmaram que "consideram a decisão do juiz Luiz Praxedes desproporcional e arbitrária, e vão recorrer em Tribunal de Recife ainda esta semana".Na decisão, o juiz afirma que anular o Enem somente para os 639 alunos do Colégio Christus, como fez o MEC, "foge da lógica do razoável" e anular para todos "é algo desproporcional e implicaria um grande prejuízo."

"Irmãs Carmelitas Descalças"
"O erro gravíssimo do instituto requerido [Inep] foi não usar questões inéditas no Enem deste ano. As questões do pré-teste jamais poderiam ser utilizadas no ano seguinte, principalmente porque não estavam lidando com instituições comandadas por Irmãs Carmelitas Descalças, e sim por entidades [escolas] com um alto grau de disputa entre elas, para angariar novos alunos", afirma Silva.
O pedido de anulação total ou parcial do Enem 2011 foi feito pela Procuradoria da República no Estado, após a verificação de que alunos do colégio Christus, em Fortaleza, tiveram acesso prévio a questões do exame. O Inep havia pedido dez dias para se pronunciar, mas a Justiça negou o prazo e concedeu apenas 72h, que terminaram hoje.

Defensoria quer, pelo menos, cancelamento das questões

Histórico: problemas do Enem
O Sinep-MG (Sindicato das Escolas Particulares de Minas Gerais) também pediu a anulação do Enem 2011 em todo o país. Representantes do sindicato se reuniram com o Ministério Público do Estado, na tarde da última sexta-feira (28), para apresentar documentos necessários para protocolar a ação. O sindicato entrará com um pedido de liminar para suspender a divulgação dos resultados do exame até que a ação seja julgada.
“Considerando que 639 alunos de uma escola no Ceará tiveram a quebra de sigilo da prova, com as questões antecipadas, nós acreditamos que, com a velocidade da internet e os telefones celulares, essas informações podem ter se espalhado rápido demais”, disse Emiro Barbini, presidente do Sinep-MG.
"Se fosse no Exame da OAB, nós anularíamos"
O presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Ophir Cavalcante, usou o exemplo do que já aconteceu com o Exame de Ordem para falar sobre a posição da entidade a respeito dos problemas com o Enem 2011.
"Quando houve o vazamento de questões no exame da OAB, em São Paulo, nós anulamos toda a prova. Então, a Ordem tem esse posicionamento. Mas, o Ministério Público já está tomando as providências nesse sentido", afirmou.
Quando questionado se o correto seria anular todo o Enem 2011, Cavalcante desconversou. "Esse seria o posicionamento se viesse a acontecer no Exame da OAB, como já aconteceu e nós anulamos a prova. Essa é uma posição da Ordem, mas se o MEC tiver outra alterantiva que resguarde, do ponto de vista da igualdade e da moralidade, os candidatos, eles devem apresentá-la".

Questões eram do pré-teste
O ministério também afirma que as questões não poderiam ser memorizadas pelos alunos. "Enfatiza-se que as questões reproduzidas não eram de domínio público, e não poderiam ter sido memorizadas pelos estudantes, devido ao grau de detalhismo e similaridade", diz. O órgão afirma que "está afastada a hipótese de que as questões teriam circulado pela web antes da realização da prova".
O governo afirma que os pré-testes "têm o mesmo rigor de segurança dos demais exames". Os itens estavam em apostilas distribuídas pelo colégio, e cópias delas foram colocadas em redes sociais na internet por estudantes na noite de terça-feira (25). Após a divulgação, o MEC confirmou que pelo menos nove questões eram idênticas às aplicadas no último final de semana.
Na opinião de Tufi Machado Soares, professor da UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora), esse arquivo de perguntas deveria ter 40.000 questões, ou seja, 10.000 por área do Enem. "Acho que o Enem foi implementado de maneira apressada, sem planejamento nem discussão", afirma o pesquisador que também é coordenador de pesquisa do Caed (Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação).
O professor Dalton Francisco de Andrade complementa que o número de itens no banco do Inep teria de ser grande para a aplicação de mais de duas provas por ano -- logo mais em novembro, o MEC vai fazer o Enem para os presidiários e para os mais de 600 alunos do Colégios Christus cujo exame foi anulado. "Para ter um certo grau de conforto [e fazer mais de duas aplicações por ano], o banco [para fazer uma prova de 180 questões] precisaria de 50 a 60 mil itens", afirma o professor titular do departamento de Informática e Estatística da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina).


Na opinião de Tufi Machado Soares, professor da UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora), esse arquivo de perguntas deveria ter 40.000 questões, ou seja, 10.000 por área do Enem. "Acho que o Enem foi implementado de maneira apressada, sem planejamento nem discussão", afirma o pesquisador que também é coordenador de pesquisa do Caed (Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação).

O professor Dalton Francisco de Andrade complementa que o número de itens no banco do Inep teria de ser grande para a aplicação de mais de duas provas por ano -- logo mais em novembro, o MEC vai fazer o Enem para os presidiários e para os mais de 600 alunos do Colégios Christus cujo exame foi anulado. "Para ter um certo grau de conforto [e fazer mais de duas aplicações por ano], o banco [para fazer uma prova de 180 questões] precisaria de 50 a 60 mil itens", afirma o professor titular do departamento de Informática e Estatística da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina).
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É, NEM DÁ PARA ACREDITAR QUE ACONTECEU DE NOVO!!!

Um comentário:

Emillie disse...

Vamos ver qual será o escândalo do próximo ano!!