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segunda-feira, 19 de março de 2012

Novo Site

Olá pessoal,

Boa noite! Como estão? Passei hoje para deixar o meu noo site! Emilllie Carvalho
Mas isso não significa que irei parar de postar aqui...ok? Só estou criando o meu novo portifólio!


Espero vocês lá!

Beijos!!

sábado, 10 de dezembro de 2011

Dia do arquiteto!

O dia 11 de dezembro é o dia do Arquiteto. Profissional conhecido por embelezar pequenos ambientes, casas, praças e até mesmo cidades!
O que poucas pessoas sabem é que nós, arquitetos, também somos responsáveis pela funcionalidade, conforto e muitos outros pontos importantes e fundamentais para o bem estar das pessoas seja em um ambiente pequeno ou em uma grande metrópole!

" A vida da gente é assim estamos sempre construindo alguma coisa. Enquanto uns estão construindo a carreira, outros estão construindo um ninho, uma família. E outros ainda construindo laços, relacionamentos. Seja o que for,há sempre alguém construindo o futuro e mesmo aqueles que estão quebrando paredes, na verdade estão abrindo janelas. Eles estão reformando o mundo. Ah! Que coisa boa é construir. E ainda bem que a todo momento tem alguém construindo. Porque no fundo a vida é isso. Uma permanente construção."
Eu construo, sou arquiteta!



Parabéns a todos os meus colegas!
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segunda-feira, 20 de junho de 2011

Isso é literalmente morar na Igreja...


 Adorei,

Salvador deveria olhar isso e fazer alguma coisa pelas ruinas que estão abandonadas em nossa capital...
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By: Casa e Imóveis UOL

Na Holanda, igreja dessacralizada dá lugar a sala, quartos, cozinha e banheiro

Frank Hanswijk / UOL

Residential Church

Utrecht, Holanda

Na Holanda, uma igreja foi transformada em uma residência moderna;


Na Holanda, mais precisamente na turística cidade de Utrecht, uma antiga igreja tem seus espaços internos transformados para dar lugar a uma espaçosa moradia.
O projeto, de autoria de uma equipe de arquitetos holandeses do escritório Zecc, reutilizou os espaços sacros por meio da criação de atmosferas cênicas que formaram ambientes sem a necessidade de divisórias ou rígidas marcações formais. Caracterizado por poucas intervenções construtivas, o projeto privilegiou a liberdade espacial e a abundancia de luz.

 



Trazer a luz de volta

Quando os arquitetos foram chamados para reconfigurar os ambientes, a primeira providência foi “cortar” uma parte do mezanino e soltá-lo das paredes, pilares e arcos da igreja, de maneira a permitir novos olhares e aumentar a área exposta à luz. “O mezanino foi substancialmente modificado no sentido de reavermos, e até aumentarmos, as qualidades espaciais da antiga igreja”, explica um dos arquitetos. De fato, os arquitetos ora privilegiam a arquitetura sacra, ora conceitos contemporâneos, o que resulta em uma linha de projeto que mostra um perfeito intercâmbio entre o antigo e o novo.
O mezanino recortado forma uma caixa branca escultórica que divide os espaços em níveis e em natureza de ocupação. Sob sua laje foram locados dois dormitórios e banheiro, bem como um pequeno escritório, única área confinada do projeto. Os outros ambientes são totalmente abertos, e formam verdadeiros pátios internos cheios de luz natural.

Jantar sob a abóbada do altar

Na parte superior, móveis contemporâneos foram dispostos de maneira a formar uma sala de estar e, meio nível acima, onde havia o coro, outro espaço de uso múltiplo é paradoxalmente marcado por uma bateria.
No térreo, o hall de entrada liga-se diretamente a parte de trás da igreja por meio de um corredor que atravessa toda a caixa branca. Nessa porção posterior, a cozinha divide espaço com a sala de jantar, localizada exatamente sob a abóbada do antigo altar.
Todas as paredes internas foram pintadas de branco e pontuadas com obras de arte de temática urbana num forte contraponto à ritualística religiosa. No entanto, a grande mesa de madeira da sala de jantar revela a preocupação dos arquitetos em também absorver e reutilizar o máximo possível o sacro: ela é feita com a madeira dos antigos bancos da igreja.

Intervenção conceitual

Em torno desses espaços os vitrais originais foram mantidos e dividem lugar com novas aberturas, inseridas de maneira não ortogonal para marcar a intervenção e mais uma vez diferenciar o novo do antigo. O piso de madeira do pavimento térreo também foi mantido e restaurado, assim como as pesadas e adornadas portas de madeira.
Poucas intervenções, mas muitos conceitos povoam a nova casa, assim como a idéia de permitir a diversidade de uso dos espaços para quem sabe, no futuro, a construção comportar novas transformações, fechando um ciclo de possibilidades que pudesse resultar até em uma nova igreja.

Igrejas vazias

De acordo com os arquitetos autores do projeto, existem centenas de igrejas vazias na Holanda. Desde 1970, mais de mil igrejas de pequenas comunidades foram fechadas, e cerca de um terço delas foram demolidas. Dentro desse número metade das igrejas católicas foram ao chão. A previsão é que nos próximos anos outras mil igrejas percam sua função original, e uma das possíveis causas para a “vacância” é a baixa frequência os altos custos de manutenção.
Atualmente a demolição é uma opção menos utilizada em parte pela existência de leis de tombamento que, em tese, protegem o imóvel de danos e alterações. Tantas igrejas vagas estão constituindo matéria perfeita para o reuso, que parte da valorização da arquitetura original e adaptação com o menor número e interferências a novos usos.

+ fotos

terça-feira, 24 de maio de 2011

Casa Cor São Paulo 2011

Casa Cor SP comemora 25 anos em alto estilo. Veja mais em: Casa Cor 2011

By: Delas

Com 110 ambientes espalhados por 56 mil m² Jockey Clube de São Paulo, a edição que comemora os 25 anos da Casa Cor abre as portas ao público entre os dias 24 de maio e 12 de julho, com as mostras paralelas Casa Kids, Casa Talendo e Casa Hotel.
Mas antes de conferir “in loco” os projetos de decoração de arquitetos, decoradores e paisagistas renomados, como Jorge Elias – que este ano volta ao evento –, Fernanda Marque, Leo Shehtman, Brunete Fraccaroli e Alexandre Furmanovich é possível conferir os espaços aqui no iG.

Kisses, see you!

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Salvador pode ter Planetário até a Copa de 2014A

A cidade vem se preparando para ser sede no Mundial de 2014Salvador, BA, 05 (AFI) - O Assessor de Relações Internacionais da Prefeitura de Salvador e gestor do Escritório Municipal da Copa (Ecopa), Leonel Leal, recebeu em seu gabinete o Prefeito da cidade de Magdala, na Alemanha, Mario Hasskarl e o cônsul da Holanda na Bahia, Hans Leussen, para retomar as discussões sobre a implantação de um planetário na cidade, em parceria com a empresa Carl Zeiss.

Confira!

» Copa 2014: Cooperação espanhola apoia projetos de Salvador

Em sua terceira visita à capital baiana, o Prefeito Hasskarl manifestou a disposição de articular as parcerias entre Salvador e o país europeu, visando atrair investimentos alemães para a cidade, impulsionados pelo advento da Copa do Mundo da FIFA, que tem Salvador como uma de suas sedes.
Na oportunidade, Leal reafirmou o interesse do município de ter um planetário com a tecnologia da Carl Zeiss, o que contribuirá para atrair visitantes durante a realização da Competição, em 2014. "Salvador experimenta, em função da realização dos Jogos, novas oportunidades de negócios e investimentos, que certamente refletirão benefícios futuros no desenvolvimento sócio-economico não somente para a cidade, mas, sim, para todo o estado", afirmou Leal.

Magdala, considerada “o coração verde da Alemanha”, é uma cidade com mais de 2 mil habitantes e fica no Distrito Federal da Turíngia, a 200km da capital Berlin. Com localização privilegiada, está situada próxima às cidades de Jena, lugar de alta tecnologia e universidades de alto padrão, onde está localizada a empresa Carl Zeiss; de Weimar, cidade cultural da Turíngia, terra natal de poetas e pensadores como Goethe, Schiller, Herder; e de Apolda, cidade de artesãos com velha tradição rendeira.
O Prefeito Hasskarl retorna à Alemanha no final desta semana, quando tratará com representantes da Carl Zeiss do interesse de Salvador na construção do planetário, bem como fará a interlocução com outros possíveis investidores que vejam potencial na capital baiana.

By Futebolinterior
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Sempre bom lembrar que eu tenho um projetinho muito bonitinho disponível, hein?? Interessados, favor entrar em contato! hehehehehe

Kisses, see you

terça-feira, 29 de junho de 2010

Museu do amanhã


O arquiteto espanhol Santiago Calatrava apresentou hoje no Rio de Janeiro a maquete do seu próximo projeto, o Museu do Amanhã, que será construído na área portuária da cidade.
"Este é o projeto da área mais importante que fiz em toda a minha carreira", destacou o arquiteto, que mais uma vez se inspirou no meio ambiente para desenhar as linhas do edifício, desta vez nas formas da Mata Atlântica.
Em uma original apresentação do projeto, Calatrava mostrou ao vivo como será o Museu do Amanhã, onde haverá exposições sobre ciência, tecnologia e conhecimento, com o objetivo de conscientizar sobre o futuro e a necessidade de adotar atitudes mais ecológicas.
O projeto é uma iniciativa da prefeitura e da Fundação Roberto Marinho.
"A intenção é fazer um museu com um baixo investimento econômico: com materiais reutilizáveis e que seja energicamente suficiente", disse Calatrava, que espera que o edifício sirva de exemplo para uma filosofia de vida mais sustentável.
Na maquete apresentada, o estilo do espanhol pode ser percebido imediatamente na parte exterior do museu, que tem "uma estrutura singela, fácil de reconhecer, mas sobretudo acessível".
Calatrava também destacou "o grande entusiasmo e a vitalidade" do país no campo da arquitetura e ressaltou a figura de Oscar Niemeyer, com quem teve um encontro durante sua estadia no Brasil.
"Tive a sorte de conhecer o meu ídolo da juventude", declarou Calatrava, considerado um dos profissionais mais importantes da arquitetura contemporânea.
O espanhol contou que Niemeyer disse que "o importante é a vida" e, nesse sentido, defendeu que o Museu de Amanhã "explica uma história" que interessa a todos: a de se interessar por conhecer o mundo que nos rodeia e entender por que é tão importante preservá-lo.
As autoridades explicaram que o museu também servirá para revitalizar o porto do Rio de Janeiro.
O Museu do Amanhã ocupará uma superfície de 12,5 mil metros quadrados no porto da cidade, terá um investimento de R$ 130 milhões e será inaugurado no final de 2012, por ocasião da conferência sobre desenvolvimento sustentável organizada pelas Nações Unidas no Rio.
Extraído de: Notícias terra

terça-feira, 4 de maio de 2010

Planetário do Ibirapuera


E com vocês, o minha próxima parada... Estou super ansiosa para chegar logo o dia da viagem!!!!

Enquanto não chega, as informações são adquiridas pelo site: www.cidadedesaopaulo.com/sp/br/o-que-visitar/pontos-turisticos/219-planetario-do-ibirapuera
Espero que gostem...

Planetário do Ibirapuera


Foto: Jefferson Pancieri
Tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado (Condephaat) e pelo Conselho Municipal de Tombamento e Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (Conpresp), o Planetário do Ibirapuera passou por várias modificações que o colocaram na era da modernidade. O novo projetor, StarMaster, fabricado pela Carl Zeiss, tem capacidade para avistar o céu de qualquer ponto conhecido do universo como, por exemplo, a partir de Marte. Por usar um sistema de projeção de fibra óptica, todas as estrelas são reproduzidas em cor e brilho reais.

Inaugurado em janeiro de 1957 - o primeiro da América Latina – conta ainda com novos projetores periféricos que são capazes de trazer para São Paulo as imagens captadas do telescópio espacial Hubble e dos satélites da Nasa, entre outras possibilidades. A cúpula interna tornou-se uma grande tela de projeção e o espectador tem a sensação de estar mais próximo ao céu, tornando as sessões didáticas e divertidas.
As apresentações, gratuitas até o final de novembro, acontecem aos sábados e domingos, sempre às 15h, duram cerca de meia hora e têm capacidade para até 280 pessoas sentadas, além de sete cadeirantes.


Para quem quiser dar um pulinho lá...
Planetário do Ibirapuera 
Avenida Pedro Álvares Cabral, s/n - Parque do Ibirapuera - Zona Sul (cerca de 5 Km do Metrô Santa Cruz) 
Tel.: (11) 5575-5206
Horário: Sábados, domingos e feriados, às 15h, 17h e 19h
Preço: R$ 5 (inteira) e R$ 2,50 para estudantes, crianças menores de 12 anos e aposentados

terça-feira, 6 de abril de 2010

WAF World Architecture Festival - by ARCOWEB

              A segunda edição do World Architecture Festival (WAF), apesar da organização inglesa, manteve Barcelona como sede do evento. No início de outubro passado, 297 projetos foram apresentados e julgados por uma plateia de quase 50 júris de diversos países. No final de intensos três dias, sagrou-se vencedor um pequeno projeto na savana africana, cujo autor, o sul-africano Peter Rich, declarou: “O arquiteto deve servir a sociedade”.

     Para aqueles que haviam participado do júri na primeira edição do World Architecture Festival, a rápida reunião com Paul Finch na sala número um do Centro de Convenções Internacional de Barcelona teve poucas novidades. As regras eram praticamente as mesmas: dez minutos de apresentação dos projetos, mais cinco minutos para as perguntas e comentários dos membros do júri. Para que os mais de 1.500 visitantes pudessem acompanhar as intervenções que lhes interessavam, estas deveriam cumprir horários rigorosos. Contudo, ao contrário do ano passado, nada de cartões amarelo e vermelho para sinalizar quanto tempo de apresentação ainda faltava. Outro item diferente: não haveria cronômetro na mesa (o que atrapalhou a atenção dos jurados, que tiveram de recorrer aos relógios pessoais e celulares). Além disso, a edição 2009 do WAF se diferenciou pelo número de categorias: além das 15 já adotadas anteriormente, foram acrescentadas três seções - Interiores e Fit-Out, Desenho Estrutural e Projetos Futuros (da qual fui um dos jurados), cada qual com diversas categorias. No final, o prêmio de interiores foi para o showroom da Corian em Milão, desenhado por Amanda Levete; o prêmio de estrutura ficou com o UPI-2, de Arena Zagreb, na Croácia; e a proposta do futuro escolhida foi o pavilhão espanhol na Expo Xangai, criado por Miralles Tagliabue.

     Ao todo, foram mais de 270 projetos concorrentes, muitos deles realizados por projetistas e escritórios estrelados, como Richard Rogers, Nicholas Grimshaw, Miralles Tagliabue, Will Alsop, Ehrlich Architects, Coop Himmelb(l)au e SOM, entre outros. Na outra ponta, estavam os jurados, com arquitetos e representantes da mídia, tais como Peter Cook, Sou Fujimoto e Charles Jencks. O chamado superjúri, que examinou todos os vencedores para eleger o projeto do ano, foi presidido por Rafael Viñoly (uruguaio radicado nos EUA) e integrado por Suha Ozkan (Turquia), Matthias Sauerbruch (Alemanha), Farshid Moussavi (iraniano radicado na Grã-Bretanha) e Kengo Kuma (Japão). Entre os eventos paralelos, o destaque foram os debates. Foram dois temas centrais - Cidades e Menos Faz Mais -, cujo foco era analisar os desafios que esperam os arquitetos na nova ordem econômica mundial.

Edifício do ano

     O grande vencedor do festival deste ano foi um projeto pequeno e simples. E, além do mais, completamente fora do eixo do cenário arquitetônico tradicional. Trata-se de um centro de interpretação em Mapungubwe, na África do Sul, desenhado pelo arquiteto Peter Rich. Antes de se apresentar para o superjúri e suplantar todos os outros vencedores das demais categorias, o sul-africano já tinha realizado um feito e tanto: ganhar em uma das categorias mais concorridas, a de Edifícios Culturais. Para se ter uma ideia, entre os 15 projetos que disputaram com Rich estavam trabalhos de autores como UN Studio (de Van Berkel & Bos), Populous, Norman Foster, Nicholas Grimshaw e Miralles Tagliabue (com duas obras).



     A apresentação de Rich ao superjúri foi mais poética do que técnica, tanto que as primeiras perguntas, feitas por Viñoly, diziam respeito à organização do projeto. “Como é a planta?”, questionou Viñoly, que queria simplesmente entender o funcionamento do prédio. O edifício está localizado na confluência dos rios Limpopo e Shashe e foi desenhado para abrigar artefatos pré-históricos da região. Por trás da proposta há um elaborado programa social, que começou a partir da construção e envolveu a população não só na execução, mas também na concepção do espaço. “Vou continuar em minha missão de servir os menos privilegiados, porque eles merecem”, disse Rich. Atualmente, ele desenvolve um projeto na Etiópia.



Completo em: ArcoWeb